Publicado por Redação em 03 de janeiro de 2018 às 11:03

De acordo com informações do tradicional “Wall Street Journal”, a Playboy está considerando a possibilidade de encerrar oficialmente as operações de sua revista impressa, para se dedicar somente aos negócios que envolvam discotecas e cassinos, além do licenciamento da marca para novos produtos e serviços. “Queremos nos concentrar no que chamamos de “World of Playboy”, disse ao jornal Ben Khon, um dos sócios da empresa de “Private Equity de Rizvi Traverse”, o acionista controlador da Playboy.

Para o executivo, a marca é muito maior que um legado baseada apenas na publicação. Rizvi, que investiu US$ 207 milhões na Playboy Enterprises em 2011, começou a cogitar a ideia logo após a morte do fundador da empresa, Hugh Hefner, em setembro de 2017. “O contrato de Hefner com Rizvi obrigava a continuidade da revista enquanto Hugh ainda estivesse vivo”, disse um ex-funcionário ao New York Post na época.

O caminho mais natural é que a Playboy faça a transição de uma empresa de mídia para se tornar uma companhia de gerenciamento de sua marca.  Seria o fim da mais famosa revista masculina de todos os tempos, criada em 1953.

Para os marmanjos e fãs incondicionais da revista, vai ficar a saudade. Daqueles que cresceram se deliciando nas páginas da revista Playboy. Que no Brasil, teve a sua primeira publicação no ano de 1975, e encerrando as suas atividades 40 anos depois.

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